domingo, 27 de dezembro de 2009

AMD ATI Radeon HD 5970: a placa mais poderosa de todos os tempos

Durante todo o mês de novembro a internet foi bombardeada com rumores e possíveis fotos da placa Radeon HD 5970. Isso ocorreu porque a AMD anunciou que lançaria sua nova placa neste mês, a qual deveria ser a mais poderosa de todos os tempos. A curiosidade de todos os gamers, entusiastas e usuários interessados em placas de vídeo foi muito grande.

Todos esperavam que a AMD lançasse uma placa de dois núcleos, a qual deveria receber o nome de Radeon HD 5870 X2 — assim como ocorreu com a série HD 4000 da ATI. E este realmente era o plano da fabricante, contudo a companhia decidiu modificar o nome da placa para que não houvesse confusões, nomeando assim a nova placa como HD 5970.

Devido ao recente lançamento desta placa, o Baixaki decidiu criar um artigo para comentar e mostrar todas as características e o real potencial da nova placa da AMD ATI. Vale salientar que não abordamos detalhes muito técnicos neste artigo, pois visamos compartilhar a informação com uma gama maior de usuários.

A monstrinha

Por ser uma placa de alta potência, a HD5970 necessita de muita ventilação e um sistema eficiente de dissipação. A placa divulgada no site da AMD parece ser enorme (como você pode ver na imagem abaixo). Apesar do tamanho, o novo dispositivo da ATI tem um visual fantástico, que esconde perfeitamente o chip gráfico e as peças internas.

Hardware e visual combinam

Especificações

Quando a AMD lançou a primeira placa com DirectX 11, todos ficaram boquiabertos com o incrível desempenho dela. Entretanto, a Radeon HD5870 não mostrava ser mais potente do que a GTX 295 da NVIDIA — fator um tanto decepcionante para muitos. Pensando nisso, a AMD investiu na criação da ATI Radeon HD5970, a qual se tornou a placa mais poderosa de todos os tempos (considere apenas os modelos domésticos). Abaixo disponibilizamos uma imagem com as especificações da nova placa.

Comparação entre a nova Radeon  HD5970 e suas antecessoras

Como é possível observar na tabela, a velocidade dos processadores da HD5970 não é exatamente a mesma do chip gráfico da ATI Radeon HD5870. Na realidade, ao visualizar a tabela acima se tem a impressão de que a 5970 traz dois chips iguais ao da HD5850. Entretanto a Radeon HD5970 tem mais unidades de processamento de fluxo (3200 para ser mais exato) que sua antecessora — que tinha apenas 1600 unidades — e o dobro de memória RAM.

A utilização de 2 GB (gigabytes) de memória RAM, do tipo GDDR5, operando na frequência de 1 GHz (gigahertz) mostra que esta placa está pronta para encarar qualquer tipo de gráfico. O consumo de energia é razoável e mostra que a AMD programou esta placa de uma forma muito eficiente, para que ela não seja uma grande consumidora de energia.

DirectX 11

Como já era de se esperar, a AMD ATI Radeon HD5970 tem um desempenho fantástico em qualquer versão de DirectX. Com a vantagem de suporte total para o DirectX 11, a placa deve ser ideal para jogos atuais e os novos games que requisitarão a nova versão da API da Microsoft. Confira um vídeo que mostra um usuário rodando o Unigine Heaven Benchmark em sua AMD ATI Radeon HD5970:

Shader Model 5

Com a implementação do DirectX 11, automaticamente a AMD incluiu a nova versão do Shader Model na HD5970. Os jogos que utilizam a quinta versão do SM possuem um nível de realismo impressionante, pois os pixels são processados separadamente e com cálculos de alta precisão. Claro que o Shader Model 5 não é uma exclusividade da 5970, sendo que sua antecessora já possuía tal tecnologia. Abaixo temos mais um vídeo que mostra a Radeon HD 5970 executando o recente Call of Duty: Modern Warfare 2.

OpenGL 3.2

Assim como a AMD introduziu o suporte para nova versão do DirectX, a fabricante aproveitou para adicionar as instruções de processamento para que a HD5970 possa trabalhar com a nova versão do OpenGL. A versão 3.2 desta API gratuita para desenvolvimento de jogos trará muitas novidades e claro, jogadores que tiverem uma Radeon HD5970 poderão desfrutar dos mais belos gráficos que o OpenGL fornecer. Veja uma demonstração técnica do OpenGL 3.2 em ação:

DisplayPort

Para acompanhar toda a qualidade da novíssima Radeon HD5970, a AMD optou por incluir uma porta DisplayPort. Através desta conexão, a nova placa da AMD ATI pode trabalhar com resoluções de até 2560 x 1600 pixels. Evidentemente, este novo padrão de vídeo é totalmente digital, possui transmissão simultânea de áudio e vídeo e pode ser adaptado facilmente para dispositivos compatíveis apenas com o padrão HDMI.

AMD ATI Radeon HD5970 com DisplayPort

ATI Eyefinity

O recente lançamento da tecnologia EyeFinity mostrou todo o potencial das placas ATI, contudo em alguns casos utilizar seis monitores com uma placa de baixo desempenho pode não proporcionar uma boa experiência. Por isso, os consumidores que possuírem uma HD5970 não devem experimentar problemas assim, porque a placa tem alta capacidade para trabalhar com a nova tecnologia.

Use diversos monitores para formar uma imagem

Muito mais tecnologia

Além de todos os aspectos que já citamos, a AMD ATI Radeon HD5970 reserva muitas outras tecnologias para os jogadores. Capacitada para trabalhar com o barramento PCI-e 2.1, a nova placa da AMD deve ser muito mais rápida em placas mãe com tal tecnologia. Quem utilize a placa de vídeo para edição de vídeos também deve saber que a HD5970 arrasa com a tecnologia UVD 2 (Unified Video Decoder).

Variedade imensa de tecnologias

Reprodução do site http://www.hisdigital.com

Compre a sua

É muito difícil encontrar lojas no Brasil que tenham a ATI Radeon HD5970 em estoque, porque o produto foi lançado há pouco tempo. Em lojas internacionais é possível adquiri-la por uma bagatela de “meros” U$ 649 — o equivalente a R$ 1.170 sem impostos. Obviamente, quando o produto chegar ao Brasil terá seu preço definido acima dos R$ 2.000, devido aos impostos e taxa de importação. Diversas montadoras já estão disponibilizando o produto em sua versão overclock, a qual traz ainda maior desempenho.

O que você achou da nova placa da AMD? Você já possui esta placa? Você acha que vale um investimento tão alto numa placa de vídeo? Deixe seu comentário e seja um participante ativo em nosso portal.

Samsung amplia sua linha de câmeras digitais com modelo high-end

São Paulo, 10 de dezembro de 2009 - A Samsung reforça seu posicionamento no mercado brasileiro de imagem digital e traz o modelo WB5000, uma câmera digital compacta extremamente versátil – a possibilidade de automatização ajuda o usuário iniciante, mas o fotógrafo mais experiente pode optar pelo controle total das funções da máquina.

O grande diferencial da WB5000 é uma poderosa lente Schneider-KREUZNACH, que proporciona um impressionante, com distância focal grande angular de 26 milímetros.

Esta câmera tem resolução de 12.5 megapixels e capta vídeos em alta definição (720p), no formato H.264 – que permite a gravação por períodos de tempo maiores. Além disso, o usuário pode utilizar o zoom enquanto faz seus filmes.

Sua versatilidade agrada tanto os fotógrafos iniciantes quanto os mais experientes. Para quem é novato, a função Smart Auto coloca a simplicidade em um nível de qualidade superior, garantindo excelentes fotos a qualquer momento, sem preocupação com ajustes manuais. Ao mesmo tempo, a WB5000 permite ao usuário com mais conhecimentos sobre fotografia autonomia completa sobre suas funções.

Zoom óptico de 24x


O amante da fotografia pode optar por captar as imagens em formato de arquivo RAW, que registra exatamente as informações do sensor da câmera, pixel a pixel. Portanto, a foto não sofre alteração – como na extensão JPG, por exemplo –, garantindo a possibilidade de aplicação de ajustes mais precisos, posteriormente, no momento da edição.

Outro destaque da WB5000 é o duplo estabilizador de imagem, que combina as estabilizações ótica e digital e ajuda a reduzir os borrões da imagem, principalmente quando a lente é utilizada com o zoom máximo. Adicionalmente ao controle manual, há a possibilidade de ajuste do balanço de branco – a faixa de temperatura de cor varia de 3.000K a 10.000K.

Especificações técnicas:

Modelo WB5000

Versatilidade que agrada iniciantes e profissionais

  • Resolução: 12.5 megapixels

  • Lente Schneider-KREUZNACH grande angular 26 mm

  • Zoom óptico de 24x

  • Zoom digital de 5x

  • Sensor de imagem 1/2, 33” CCD

  • Tela TFT-LCD de 3.0” (230K)

  • Duplo Estabilizador de Imagem: IS Óptico + IS Digital

  • ISO : AUTO, 64, 100, 200, 400, 800, 1600, 3200 (5M), 6400 (3M)

  • Suporta arquivo RAW (DNG 1.1)

  • Controle Manual Completo/ Prioridade de abertura/ Prioridade de obturador

  • Gravação de vídeo em alta definição, com som:

  • Resolução de 720p

  • Arquivo de Vídeo H.264

  • Smart Auto (11 cenas)/ Smart Album

  • Tecnologias “Face Detection”, “Smile Shot”, “Blink Detection”, “Beauty Shot”,

  • Autorretrato e “Smart Face Recognition” (até 20 faces)

  • Memória interna Flash (20MB)

  • Memória externa (opcional): cartão SD (até 4GB) e cartão SDHC (até 8GB)

  • Dimensões (L x A x P): 116,1 X 82,8 X 91,1 mm

Preço sugerido: R$ 1.999,00

Senhas gráficas: tudo para reforçar a segurança

Senhas alfanuméricas são colocadas nas vidas dos internautas há muito tempo e, cada vez mais cedo, elas são instaladas nas mentes humanas. Isso acontece porque em ritmo exponencial pessoas mais jovens são inseridas no mundo da informática e, por consequência, nos diversos sistemas e redes espalhados pela web.

Não apenas nos computadores, mas também em todos os dispositivos portáteis que utilizam a internet como um dos elementos principais de seu funcionamento, como os smartphones – são requisitadas criações de senhas para acessos aos vários serviços disponibilizados pelo aparelho. O problema dos portáteis é a facilidade que terceiros têm para visualizar a senha digitada e talvez utilizá-la para fins diversos.

Pesquisadores da Universidade inglesa de New Castle afirmam que, para evitar a perda de senhas, é preciso migrar do sistema de palavras-chave para um novo que envolve desenhos ao invés de palavras e números. Acredita-se que imagens são tanto mais fáceis de serem memorizadas, quanto difíceis de serem copiadas, dando mais segurança aos usuários.

Senhas e mais senhas

Os mesmos cientistas lançaram o DAS (“Draw a Secret”, ou Desenhe um Segredo) inicialmente apenas para smartphones. O sistema garante maior segurança para os dados do usuário, pois divide a tela em vários quadros, tendo em cada um sensores de compatibilidade entre senha cadastrada e imagem desenhada para decriptá-la.

É mesmo seguro?
A senha por desenhos pode ser muito segura e agir pontualmente contra invasões de pessoas conhecidas, porque senhas geralmente envolvem relações diretas com os portadores delas. As mais comuns do universo virtual envolvem datas diversas, telefones e nomes de pessoas ou de animais muito próximos do usuário.

Por não trabalhar com palavras, mas sim com cálculos matemáticos – devido às condições de localização de cada pixel desenhado – o sistema DAS promete dificultar a ação de invasores e bisbilhoteiros em geral. Não é simples copiar uma imagem, ainda mais quando não se tem contato direto com ela, imagine então quando há uma base de logaritmos alicerçando essa segurança.
Vantagens e desvantagens
DesenhandoAlém da já citada facilidade para memorização, o sistema de senhas por desenhos também ganha pontos pela segurança oferecida. Parte disso pela dificuldade de visualização de terceiros, visto que se desenhados rápido, é difícil que os traços sejam memorizados por quem não conheça a imagem; e parte pela pessoalidade da senha, já que é muito difícil encontrar pessoas que possuam características idênticas de traçado.

Por outro lado, o sistema (ao menos por enquanto) não é 100% confiável, pois sabendo que imagens idênticas são quase impossíveis de serem desenhadas, existe uma tolerância de erros gráficos. Não se sabe a partir de que ponto essa tolerância começa a facilitar a invasão dos dispositivos por outras pessoas que consigam fazer traços semelhantes.

Imagens de fundo
Após os primeiros testes, foi constatado que imagens de fundo podem facilitar ainda mais a memorização de senhas. Por exemplo: é mais fácil lembrar-se de flores quando já há a figura de um jardim do que quando o que existe é uma folha em branco.

Por isso foi inserido no DAS, um novo sistema que permite a congruência entre imagens estáticas e desenhos. Este novo recurso também trabalha com a tela dividida em quadros e cálculos matemáticos.
E os computadores?
Por enquanto não há movimentação para levar o sistema aos computadores e isso acontece por alguns motivos bastante plausíveis. O DAS foi desenvolvido para proteger senhas de pessoas que utilizam conexões seguras em locais públicos, como filas e pontos de ônibus, portanto é mais viável tentar inseri-lo em dispositivos portáteis.

Além disso, o DAS exige que o dispositivo tenha tela sensível ao toque, o que torna os computadores um exemplar fraco para testes. Poucos são os usuários que possuem máquinas assim - mesmo considerando Tablets e similares, a porcentagem é mínima se comparado aos celulares.

Senhas são necessárias

Por essas razões, ainda não se pensa em computadores desktops e notebooks como focos potenciais para a nova tecnologia. Talvez dentro de alguns anos o cenário se altere e o DAS seja inserido no cotidiano da informática, mas pelo menos por enquanto o Draw a Secret continuará sendo desenvolvido apenas para smartphones.

Virtual Acoustic Matrix: nova tecnologia de touchscreen

Nos últimos anos, alguns aparelhos como celulares e computadores têm evoluído de forma assustadoramente rápida. Por isso, mecanismos e tecnologias associadas a estes dispositivos também estão tentando acompanhar da melhor forma possível tal evolução. Até mesmo os periféricos e componentes mudaram para se adaptarem de forma adequada ao novo público, cada vez mais exigente.

Da mesma forma, alguns elementos que por si só já representavam a evolução de uma tecnologia, como as telas touchscreen, podem vir a sofrer mudanças nos próximos anos. Os atuais sistemas adotados por esse tipo de tela podem ser, normalmente, de dois tipos: resistivo e capacitivo.

O sistema resistivo é composto por um painel de vidro, recoberto por uma camada metálica condutora e outra resistiva e, acima das duas, há uma camada de proteção. As duas primeiras camadas são separadas por espaçadores e uma corrente elétrica passa através delas durante o tempo de atividade do monitor.

Quando a tela é tocada, as duas camadas fazem contato exatamente naquele ponto, gerando mudança no campo elétrico. Então, as coordenadas do ponto de contato são calculadas pelo computador. No sistema capacitivo, uma camada que armazena carga elétrica é colocada no painel de vidro do monitor. Quando ele é tocado, parte da carga é transferida para o usuário, de modo que a carga na camada capacitiva diminui.

O touchscreen por ondas acústicas pode unir a vantagem dos outros dois sistemas

Essa diminuição é medida considerando as diferenças de carga. Então é calculado o local exato no qual ocorreu o toque. O sistema capacitivo possui imagens mais nítidas do que o resistivo, pois transmite até 90% da luz do monitor. A sensibilidade das telas também é diferente, um touchscreen com mecanismo resistivo registra um toque durante o tempo em que as camadas estão em contato.

Por essa razão, não há diferença se você o tocar com seu dedo, caneta ou qualquer outro material. Já nos touchscreens capacitivos é necessário ter o toque de um material condutor, como o dedo, para registrá-lo. Pensando em unir as vantagens destes dois sistemas com o mínimo de desvantagens, um novo tipo de mecanismo touchscreen foi criado.

A empresa Sensitive Object, especializada em interfaces homem-máquina, anunciou um novo tipo de mecanismo touchscreen, o qual chamou de plataforma “Anywhere MultiTouch”que adota uma tecnologia chamada “Virtual Acoustic Matrix”. Os dispositivos com suporte para o Anywhere MultiTouch oferecem o reconhecimento de toque por meio da assimilação dele com ondas sonoras.Essa nova tecnologia não está restrita apenas à painéis de vidro

Basicamente, os dispositivos que adotarem esse método funcionam da seguinte forma: quando você toca uma superfície qualquer, é produzido um padrão de ondas contendo o som do toque por todo o material. Esse padrão cria uma espécie de assinatura acústica única no exato local do impacto.

A tecnologia utiliza sensores acústicos embutidos em um painel de vidro para capturar as vibrações de áudio emitidas na superfície de um objeto. Em seguida, por meio de algoritmos de processamento de sinal, o painel reconhece a posição específica de um toque por meio da assimilação com a assinatura acústica captada.

Logo que a assinatura é reconhecida, qualquer ação que estiver associada ao ponto de toque é executada no aparelho. Segundo a empresa desenvolvedora da Virtual Acoustic Matrix, ela pode ser aplicada não apenas a vidro como também a qualquer superfície sólida, como plástico, madeira, metal, etc.

A propriedade da emissão de sons por meio do toque foi descoberta através dos estudos de um processo chamado “Time Reversal Acoustics” que é utilizado para identificar a fonte de ondas de radiação. A tecnologia aplicada nos painéis, chamada por sua empresa criadora de ReverSys, procura reconhecer esses padrões de som causados pelo toque ao invés de reconhecer a redução de cargas elétricas registradas pelo toque ou a junção de dois painéis – sistema utilizado pelos touchscreens capacitivos e resistivos.

Características

Segundo os desenvolvedores, esta nova tecnologia baseada em acústica do toque promete revolucionar os mecanismos que envolvam o uso de touchscreen, o que inclui diversos dispositivos como celulares, computadores, multimídia, automação, etc.. Quando utilizado um painel de vidro como superfície sensível, o material não requer qualquer tratamento especial e mantém suas propriedades físicas normais, contando com uma resistência alta a arranhões.

Outra grande vantagem é que os painéis oferecem uma alta taxa de precisão (menos de 1% de erro). Ele também possui suporte para ativação em condições especiais como no caso de sua mão estar com luvas, por exemplo, e não é sensível ao toque da palma da mão, proporcionando menor grau de erro.

Além disso, esta nova tecnologia abre todo um novo possível conceito de design dos aparelhos, pois não precisa necessariamente ser aplicada em um painel de vidro ou apenas em uma parte do aparelho.

Quando vai estar disponível?

A tecnologia Virtual Acoustic Matrix já existe e inclusive algumas empresas , como a Motorola, estão investindo nela para uma futura nova linha de aparelhos. Os desenvolvedores afirmam que o preço da tecnologia é competitivo, não sendo mais elevado do que os mecanismos touchscreen existentes no mercado.